Potsdam

A Europa me foi apresentada em 2008 através da linda cidade de Potsdam e tive a oportunidade de voltar em 2014. Só que da última vez, passeando pelo centro da cidade!
Potsdam foi residência dos reis da Prússia; local das negociações entre Stalin, Churchill e Truman; residência de vários homens que faziam parte do serviço secreto; cidade de lindos jardins e parques; e tantas histórias… e além disso, fica a 30 minutos de Berlim (de carro ou 45 minutos de trem)!

 

Em 2008 fui fazer um curso e fiquei hospedada no “Seminaris Seehotel Potsdam”. Como o curso começava somente na segunda-feira, aproveitei o domingo para conhecer um pouquinho da cidade, mesmo não falando uma palavra de alemão!
Como sempre faço, perguntei para a recepcionista o que eu conseguiria fazer em 1 dia. Ela me indicou fazer o SightSeeing pela “Alter Fritz”. Que aliás, valeu muito a pena!
Vamos por partes…

 

Onde ficar
Seminaris Seehotel Potsdam – O hotel fica a beira de um lago lindo! Pena que estava muito frio e não pude aproveitar muito. Só o que consegui foi caminhar um pouquinho por um pequeno trecho em volta do lago. Mas foi suficiente para imaginar o que seria aquilo em tempos mais quentinhos!
Seus quartos são agradáveis e bem decorados. Tem salão de jogos com mesa de sinuca, dardo e totó (pimbolim para alguns!). Possui também um bar muito agradável onde me surpreendi com uma caipirinha no menu e não resisti, experimentei. Não foi igual a nossa.. afinal, caipirinha tem que ser de cachaça!! Mas valeu! Senti o gostinho do Brasil! Conclusão: o hotel é muito bom!

 

Tour em 2008:
Como estava contando, não sabia falar uma palavra de alemão (agora sei umas cinco!). Sabendo disso, comprei um dicionário inglês x alemão antes de sair do Brasil e foi o que me salvou. Para chegar na estação de trem de Potsdam – de onde saía o tour – tive que chamar um táxi. Tranquila que todos até então falavam inglês, mandei um “Good Morning” para o motorista. Ele respondeu “Good Morning”. Aí pensei.. “Beleza, agora é pedir para me levar para a estação de trem”. Aí disse: “To the train station, please”.. (Olha… ainda bem que eu levei o dicionário!) O Sr virou para mim e disse “only Good Morning”. A partir daí, apontei para a palavra em alemão e para o folder do passeio e foi assim que fui parar no local certo!

 

Não sei porque as pessoas não se comunicam por sinais, dá muito mais certo!!!
O tour foi pela Alter Fritz. O legal é que você pode escolher alemão, inglês, italiano ou espanhol dentre as línguas faladas ao fone colocado em cada poltrona. Além disso, tem o guia falando inglês.
Foram umas 4 horas de tour! Recomendo!

 

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Ônibus do Tour (foto 2008)


Em 2014
voltei em Potsdam – como disse acima. Porém, dessa vez, fiz um bate e volta de Berlim. Comprei um ticket de trem/metrô que vale por 24 horas. Preste atenção nas áreas cobertas pelo ticket. Para chegar a Potsdam, o ticket tem que valer também para a zona C.
Refiz o tour com o meu marido. Mas no palácio de Sansoucci, deixamos o grupo e em 10 minutos a pé, estávamos no centrinho da cidade.

 

O que ver

Com o tour guiado fiz:
Palácio Cecilienhof – Residência de Guilherme da Prússia e sua esposa Cecília, aqui se deu o encontro da Conferência de Potsdam entre 17 de Julho e 2 de Agosto de 1945. Churchill e Truman fizeram a declaração de Potsdam onde foi definido o fim da rendição japonesa, enquanto era preparada a ordem de ataque atômico contra Hiroshima e Nagasaki.

 

Zona Proibida – bairro ocupado pela KGB.

 

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Casas dentro da Zona Proibida (foto 2008)

Arquitetura Russa

 

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Arquitetura Russa – umas das primeiras construções (foto 2008)

Palácio Sanssouci – Erguido em 1745 foi residência de verão de Frederico II.

 

Novo Palácio de Potsdam – também conhecido como o Antigo Palácio dos Reis da Prússia.

 

Catia Miranda
Antigo Palácio dos Reis da Prússia (foto 2008)
Como eu já tinha feito o tour em 2008, optamos por conhecer com calma outros lugares da cidade. Deixamos o grupo ainda no Palácio Sanssouci.
Passamos pelo Portão de Brandenburger

 

Catia Miranda
Portão de Brandenburger

Atrás do Portão estão os Bairros Holandês e Francês. Ambos ótimos para restaurantes, comidinhas rápidas, sorvetes, cervejinha alemã e comprinhas.

 

Onde comer
Jérô – Passeando pelo bairro francês, vimos esse restaurante com algumas mesas na calçada e somente 5 mesas internas. Vários vinhos nas prateleiras e uma recepção muito simpática que nos fez ficar. O ambiente é tranquilo e a comida deliciosa.

 

Auf Wiedersehen!!!

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